Ferrari 250 GTO Berlinetta bate recorde e se torna o carro mais caro já arrematado em um leilão
RIO - Parece não haver crise no mercado de luxo. Algum abastado amante de carros arrematou uma Ferrari Berlinetta 250 GTO de 1962 por US$ 38,11 milhões, e o carro se tornou o mais caro negociado em leilão após bater a marca anterior de US$ 30 milhões. Este foi o valor do lance mais alto dado em uma Mercedes de corrida de 1954 que já foi pilotada pelo lendário Juan Manuel Fangio.
A expectativa é de que a Ferrari fosse bater outro recorde, o de carro mais caro, caso ultrapassasse outro 250 GTO Berlinetta (comprado por US$ 52 milhões).
O possante que definiu o novo recorde de preço em leilão é uma das 39 unidades produzidas do 250 GTO Berlinetta, uma Ferrari de corrida com chassi número 3851GT, e impulsionada por um motor V12 de 3 litros e 300 cv.
O exemplar que foi leiloado é um bólido com muita história. O 19º GTO a sair da fábrica de Maranello foi comprado por Jo Schlesser ainda em 1962. Em outubro daquele ano, seria marcado por uma fatalidade. Era nele que Henri Oreiller estava quando saiu da pista do Autódromo de Montlhéry, na França, bateu e acabou morrendo.
A Ferrari ainda passou ainda pelas mãos de outros dois donos até chegar, em 1965, à família que a tinha até esta sexta-feira. Comprada na época por Fabrizio Violati, o possante passou a integrar a coleção de carros do italiano, que faleceu em 2010.
A expectativa é de que a Ferrari fosse bater outro recorde, o de carro mais caro, caso ultrapassasse outro 250 GTO Berlinetta (comprado por US$ 52 milhões).
O possante que definiu o novo recorde de preço em leilão é uma das 39 unidades produzidas do 250 GTO Berlinetta, uma Ferrari de corrida com chassi número 3851GT, e impulsionada por um motor V12 de 3 litros e 300 cv.
O exemplar que foi leiloado é um bólido com muita história. O 19º GTO a sair da fábrica de Maranello foi comprado por Jo Schlesser ainda em 1962. Em outubro daquele ano, seria marcado por uma fatalidade. Era nele que Henri Oreiller estava quando saiu da pista do Autódromo de Montlhéry, na França, bateu e acabou morrendo.
A Ferrari ainda passou ainda pelas mãos de outros dois donos até chegar, em 1965, à família que a tinha até esta sexta-feira. Comprada na época por Fabrizio Violati, o possante passou a integrar a coleção de carros do italiano, que faleceu em 2010.