quarta-feira, 20 de abril de 2011
Piloto da Stock Paulista piora e entra em coma após acidente em Interlagos
São Paulo
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Destroços do carro (Foto: Reprodução/Twitter)O estado de saúde piloto Paulo Kunze, de 67 anos, teve uma piora nesta terça-feira e ele entrou em coma. Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Alvorada, em Moema, São Paulo. Ele sofreu um grave acidente na tarde de domingo no circuito de Interlagos, em São Paulo, quando disputava a terceira etapa da categoria Light da regional Stock Paulista, ao bater em um adversário na saída da Curva do Sol e ir parar depois do guard rail. Atendido ainda na pista, Kunze foi levado para o hospital. Os médicos informaram que ele sofreu um traumatismo craniano e foi internado na UTI e se submeteu a uma cirurgia na cabeça ainda no domingo.
A Stock Paulista utiliza os chassis tubulares que foram usados pela Stock Car até 2008 e que atualmente também estão na Copa Montana. Na categoria Light, por outro lado, o monobloco do Omega, modelo que era fabricado pela Chevrolet no Brasil, datados de 1993 a 1998, vão à pista. Quase toda a carenagem é feita em fibra de vidro. Estes modelos foram usados na categoria nacional antes da mudança para os tubulares.
O acidente com Paulo Kunze ocorreu duas semanas após a morte de Gustavo Sondermann, que bateu na Curva do Café, também em Interlagos. O piloto paulista disputava a categoria de acesso à Stock Car. Ao se chocar contra o muro e voltar para pista, ele sofreu traumatismo craniano grave, hemorragia cerebral difusa e fratura da primeira vértebra cervical. Após este episódio, pilotos da Stock pediram mais segurança na pista, principalmente no trecho.
carros novos
Ribeirão Preto, SP
imprimir Quando um casamento entre um homem e uma mulher chega aos 10 anos, o casal comemora Bodas de Estanho. E quando esse casamento é entre um piloto e a Stock Car? O paranaense David Muffato está completando exatamente esse aniversário: uma década pisando fundo na maior categoria do automobilismo brasileiro. Para comemorar a marca, ele recebeu o carinho de esportistas que já estavam na categoria no dia de sua estreia. Clique no vídeo ao lado e confira a "festa"!
- Esse é um momento especial para mim: são dez anos de categoria. E eu vou apresentar os outros "velhinhos" da Stock Car: Duda Pamplona, Alceu Feldmann e Antonio Jorge Neto - brincou.
Duda Pamplona recebeu o apelido de "babyssauro" de Muffato. Mesmo assim, o piloto do carro 23 da Officer ProGP comemorou a marca do paranaense na principal categoria do automobilismo brasileiro.
- É um prazer enorme estar junto de vocês. É muito bacana a briga nas pistas e a amizade fora delas também - admitiu.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Há Carro ok........


Evolução
Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.
Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.
No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.
Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série.
Carro antigo: Lagonda modelo 1938
No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota.
Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados.
Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.
Voce sabia?