terça-feira, 13 de janeiro de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
250 GTO Berlinetta (comprado por US$ 52 milhões).
Ferrari 250 GTO Berlinetta bate recorde e se torna o carro mais caro já arrematado em um leilão
por O Globo
RIO - Parece não haver crise no mercado de luxo. Algum abastado amante de carros arrematou uma Ferrari Berlinetta 250 GTO de 1962 por US$ 38,11 milhões, e o carro se tornou o mais caro negociado em leilão após bater a marca anterior de US$ 30 milhões. Este foi o valor do lance mais alto dado em uma Mercedes de corrida de 1954 que já foi pilotada pelo lendário Juan Manuel Fangio.
A expectativa é de que a Ferrari fosse bater outro recorde, o de carro mais caro, caso ultrapassasse outro 250 GTO Berlinetta (comprado por US$ 52 milhões).
O possante que definiu o novo recorde de preço em leilão é uma das 39 unidades produzidas do 250 GTO Berlinetta, uma Ferrari de corrida com chassi número 3851GT, e impulsionada por um motor V12 de 3 litros e 300 cv.
O exemplar que foi leiloado é um bólido com muita história. O 19º GTO a sair da fábrica de Maranello foi comprado por Jo Schlesser ainda em 1962. Em outubro daquele ano, seria marcado por uma fatalidade. Era nele que Henri Oreiller estava quando saiu da pista do Autódromo de Montlhéry, na França, bateu e acabou morrendo.
A Ferrari ainda passou ainda pelas mãos de outros dois donos até chegar, em 1965, à família que a tinha até esta sexta-feira. Comprada na época por Fabrizio Violati, o possante passou a integrar a coleção de carros do italiano, que faleceu em 2010.
A expectativa é de que a Ferrari fosse bater outro recorde, o de carro mais caro, caso ultrapassasse outro 250 GTO Berlinetta (comprado por US$ 52 milhões).
O possante que definiu o novo recorde de preço em leilão é uma das 39 unidades produzidas do 250 GTO Berlinetta, uma Ferrari de corrida com chassi número 3851GT, e impulsionada por um motor V12 de 3 litros e 300 cv.
O exemplar que foi leiloado é um bólido com muita história. O 19º GTO a sair da fábrica de Maranello foi comprado por Jo Schlesser ainda em 1962. Em outubro daquele ano, seria marcado por uma fatalidade. Era nele que Henri Oreiller estava quando saiu da pista do Autódromo de Montlhéry, na França, bateu e acabou morrendo.
A Ferrari ainda passou ainda pelas mãos de outros dois donos até chegar, em 1965, à família que a tinha até esta sexta-feira. Comprada na época por Fabrizio Violati, o possante passou a integrar a coleção de carros do italiano, que faleceu em 2010.
domingo, 13 de julho de 2014
carros mais bonitos do mundo e mais caros
Os Carros mais caros do Mundo e mais estilosos
1-Pegue carona nos modelos mais bonitos do mundo no julgamento de quem entende do assunto. Especialistas listaram os carros que consideram os mais lindos do mercado atualmente, sem considerar limite de preço ou nacionalidade. Foram excluídos do páreo os veículos ...



2-

3-
4-
5-
6-
7-
8-


Esses são poucos dos carros mais carros do Mundo mais que mostram pela cara a maquina que são o preso mínimo deles são entre 800,00 mil dólares
1-Pegue carona nos modelos mais bonitos do mundo no julgamento de quem entende do assunto. Especialistas listaram os carros que consideram os mais lindos do mercado atualmente, sem considerar limite de preço ou nacionalidade. Foram excluídos do páreo os veículos ...
2-
3-
4-
5-
6-
7-
8-
Esses são poucos dos carros mais carros do Mundo mais que mostram pela cara a maquina que são o preso mínimo deles são entre 800,00 mil dólares
quinta-feira, 26 de junho de 2014
futuro como vc nunca pessou em ver DC SHOES: KEN BLOCK'S GYMKHANA FIVE: ULTIMATE URBAN PLAYGROUND; SAN FRAN...
futuro como vc nunca pessou em ver. tudo que você sonhava em fazer agora tem como.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
No início da década de 1931 a Alemanha era assolada por uma dura recessão, e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Por isso, e mais uma série de fatores, a ideia de um carro pequeno, econômico e fácil de produzir começou a ganhar popularidade. Era o conceito do "Volks Auto" - ou "Volks Wagen", expressões alemãs que traduzem a ideia do "carro popular".
Desde 1925 um conceito básico muito semelhante ao que viria ser o Fusca já existia, obra do engenheiro Béla Barényi (famoso projetista, responsável por várias melhorias de segurança passiva). Nos anos seguintes vários protótipos e modelos surgiam, como o Superior, da firma Standard, projetado pelo húngaro Joseph Ganz - este modelo inclusive era relativamente barato, cerca de 1500 marcos.
Até mesmo fora da Alemanha a ideia ganhava forma, com os aerodinâmicos Tatras ganhando as ruas da então Tchecoslováquia - carros estes que o próprio Hitler conhecia e admirava. Aerodinâmicos, resistentes e bonitos, possuíam motor traseiro refrigerado a ar, chassis com tubo central e eram obra do engenheiro austríaco 'Hanz Ledwinka, um conterrâneo e amigo do futuro projetista do Fusca.
O Tatra 87, que seria rapidamente descontinuado em favor do Fusca, assim que a Alemanha invadiu a Tchecoslováquia.
|
No início da década de 1931 a Alemanha era assolada por uma dura recessão, e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Por isso, e mais uma série de fatores, a ideia de um carro pequeno, econômico e fácil de produzir começou a ganhar popularidade. Era o conceito do "Volks Auto" - ou "Volks Wagen", expressões alemãs que traduzem a ideia do "carro popular".
Desde 1925 um conceito básico muito semelhante ao que viria ser o Fusca já existia, obra do engenheiro Béla Barényi (famoso projetista, responsável por várias melhorias de segurança passiva). Nos anos seguintes vários protótipos e modelos surgiam, como o Superior, da firma Standard, projetado pelo húngaro Joseph Ganz - este modelo inclusive era relativamente barato, cerca de 1500 marcos.
Até mesmo fora da Alemanha a ideia ganhava forma, com os aerodinâmicos Tatras ganhando as ruas da então Tchecoslováquia - carros estes que o próprio Hitler conhecia e admirava. Aerodinâmicos, resistentes e bonitos, possuíam motor traseiro refrigerado a ar, chassis com tubo central e eram obra do engenheiro austríaco 'Hanz Ledwinka, um conterrâneo e amigo do futuro projetista do Fusca.
O Tatra 87, que seria rapidamente descontinuado em favor do Fusca, assim que a Alemanha invadiu a Tchecoslováquia.
|
Assinar:
Postagens (Atom)