quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

No início da década de 1931 a Alemanha era assolada por uma dura recessão, e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Por isso, e mais uma série de fatores, a ideia de um carro pequeno, econômico e fácil de produzir começou a ganhar popularidade. Era o conceito do "Volks Auto" - ou "Volks Wagen", expressões alemãs que traduzem a ideia do "carro popular".
Desde 1925 um conceito básico muito semelhante ao que viria ser o Fusca já existia, obra do engenheiro Béla Barényi (famoso projetista, responsável por várias melhorias de segurança passiva). Nos anos seguintes vários protótipos e modelos surgiam, como o Superior, da firma Standard, projetado pelo húngaro Joseph Ganz - este modelo inclusive era relativamente barato, cerca de 1500 marcos.
Até mesmo fora da Alemanha a ideia ganhava forma, com os aerodinâmicos Tatras ganhando as ruas da então Tchecoslováquia - carros estes que o próprio Hitler conhecia e admirava. Aerodinâmicos, resistentes e bonitos, possuíam motor traseiro refrigerado a ar, chassis com tubo central e eram obra do engenheiro austríaco 'Hanz Ledwinka, um conterrâneo e amigo do futuro projetista do Fusca.
O Tatra 87, que seria rapidamente descontinuado em favor do Fusca, assim que a Alemanha invadiu a Tchecoslováquia.
O Standard Superior, cuja semelhança com os primeiros protótipos do Fusca trariam problemas à Standard.
No início da década de 1931 a Alemanha era assolada por uma dura recessão, e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Por isso, e mais uma série de fatores, a ideia de um carro pequeno, econômico e fácil de produzir começou a ganhar popularidade. Era o conceito do "Volks Auto" - ou "Volks Wagen", expressões alemãs que traduzem a ideia do "carro popular".
Desde 1925 um conceito básico muito semelhante ao que viria ser o Fusca já existia, obra do engenheiro Béla Barényi (famoso projetista, responsável por várias melhorias de segurança passiva). Nos anos seguintes vários protótipos e modelos surgiam, como o Superior, da firma Standard, projetado pelo húngaro Joseph Ganz - este modelo inclusive era relativamente barato, cerca de 1500 marcos.
Até mesmo fora da Alemanha a ideia ganhava forma, com os aerodinâmicos Tatras ganhando as ruas da então Tchecoslováquia - carros estes que o próprio Hitler conhecia e admirava. Aerodinâmicos, resistentes e bonitos, possuíam motor traseiro refrigerado a ar, chassis com tubo central e eram obra do engenheiro austríaco 'Hanz Ledwinka, um conterrâneo e amigo do futuro projetista do Fusca.
O Tatra 87, que seria rapidamente descontinuado em favor do Fusca, assim que a Alemanha invadiu a Tchecoslováquia.
O Standard Superior, cuja semelhança com os primeiros protótipos do Fusca trariam problemas à Standard.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Econômico, motor de 3 cilindros é a 'bola da vez' para carros

07/02/2

Econômico, motor de 3 cilindros é a 'bola da vez' para carros

Propulsor equipa o Volkswagen Up! e deverá estar no novo Ford Ka.
Queima mais eficiente de combustível é uma das características.

Denis MarumEspecial para o G1
Volkswagen Up! (Foto: Caio Kenji/G1)O motor do Volkswagen Up! (Foto: Caio Kenji/G1)
Desde o primeiro motor a gasolina fabricado em 1885 por Gottlieb Daimler, engenheiros do mundo inteiro vêm buscando alternativas para melhorar sua eficiência, ou seja, torná-lo mais econômico, mais potente, com maior torque e menos poluente.
Os atuais motores de três cilindros, como o usado no recém-lançado Up!, são mais uma etapa deste infindável processo em busca da "eficiência energética".
Nos quesitos economia e desempenho, os três cilindros se saem bem, mas têm ainda o inconveniente de fazerem o motor tremer mais que o normal em altas rotações.
Antes do Up!, a Volkswagen usou esse motor no Fox Bluemotion, justamente uma versão do hatch que pretende ser mais econômica.
Enquanto a maioria dos compactos e médios utiliza motores de 4 cilindros, o de 3 deve aparecer também no novo Ka, que será lançado pela Ford neste ano. E também é o tipo de propulsor do Hyundai HB20 e seus derivados HB20S e HB20X, além do Kia Picanto.
Motor de três cilindros da Ford (Foto: Divulgação)Motor de três cilindros da Ford (Foto: Divulgação)
Atrito menor, menos calor desperdiçado, ruído e peso menores, alterações na aerodinâmica e queima incompleta são os alvos das principais montadoras para atingir essa eficiência almejada, que pode render boa ou má propaganda anualmente, quando o Inmetro divulga as médias de consumo e de emissão da maioria dos modelos à venda no Brasil (leia os resultados de 2014).
Veja abaixo o que traz de novidades os motores de três 3 cilindros e entenda por que eles se tornoram a "bola da vez" no mercado de automóveis.
Menos atrito
É sabido que 20% da potência gerada por um motor é utilizada para vencer os atritos. De cara, o motor com um cilindro a menos já economiza 15% dessa conta, ou seja, permite aproveitar mais a potência do motor para movimentar o carro propriamente.