Desde o primeiro motor a gasolina fabricado em 1885 por Gottlieb Daimler, engenheiros do mundo inteiro vêm buscando alternativas para melhorar sua eficiência, ou seja, torná-lo mais econômico, mais potente, com maior torque e menos poluente.
Os atuais motores de três cilindros, como o usado no recém-lançado Up!, são mais uma etapa deste infindável processo em busca da "eficiência energética".
Nos quesitos economia e desempenho, os três cilindros se saem bem, mas têm ainda o inconveniente de fazerem o motor tremer mais que o normal em altas rotações.
Antes do Up!, a Volkswagen usou esse motor no Fox Bluemotion, justamente uma versão do hatch que pretende ser mais econômica.
Enquanto a maioria dos compactos e médios utiliza motores de 4 cilindros, o de 3 deve aparecer também no novo Ka, que será lançado pela Ford neste ano. E também é o tipo de propulsor do Hyundai HB20 e seus derivados HB20S e HB20X, além do Kia Picanto.
Atrito menor, menos calor desperdiçado, ruído e peso menores, alterações na aerodinâmica e queima incompleta são os alvos das principais montadoras para atingir essa eficiência almejada, que pode render boa ou má propaganda anualmente, quando o Inmetro divulga as médias de consumo e de emissão da maioria dos modelos à venda no Brasil (leia os resultados de 2014).
Veja abaixo o que traz de novidades os motores de três 3 cilindros e entenda por que eles se tornoram a "bola da vez" no mercado de automóveis.
Menos atrito
É sabido que 20% da potência gerada por um motor é utilizada para vencer os atritos. De cara, o motor com um cilindro a menos já economiza 15% dessa conta, ou seja, permite aproveitar mais a potência do motor para movimentar o carro propriamente.
É sabido que 20% da potência gerada por um motor é utilizada para vencer os atritos. De cara, o motor com um cilindro a menos já economiza 15% dessa conta, ou seja, permite aproveitar mais a potência do motor para movimentar o carro propriamente.
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